Quando se discute responsabilidade de plataforma, a prova deixa de olhar apenas para notificação e remoção. Também passa a importar o que a plataforma detectou, registrou e fez internamente.
O ponto técnico continua decisivo: o Marco Civil obriga guarda de certos registros de acesso, mas não garante que todo fluxo interno, decisão de moderação ou conteúdo esteja preservado.
Quesitos bem calibrados evitam pedir de uma plataforma um dado que ela não tem ou que depende de outra camada de custódia.
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