Um domínio parecido não é o mesmo domínio, e provar a diferença é trabalho técnico. Registrar um domínio não é o mesmo que controlá-lo: servidores de DNS e hospedagem indicam caminho, não dono, e o controle efetivo se demonstra pela correlação entre e-mail, configuração de DNS e pagamentos.
Duas telas podem ser visualmente idênticas sem que o código por trás seja o mesmo. Provar reprodução exige comparar código, estrutura e identidade visual, não apenas fotos de telas. E o estado de hoje não descreve o passado: um domínio congelado agora não prova que o site não esteve no ar e operante meses atrás.
O que sustenta a tese é o registro técnico verificável: logs de acesso para operação e cronologia, hash para integridade do material coletado e correlação de infraestrutura como indício de controle. O perito não afirma que o site é falsário, pois isso é qualificação jurídica, conclusão do juízo, não do laudo.
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