Conteúdos sintéticos tornam comum a alegação de deepfake, mas a invalidação de uma prova exige demonstração objetiva de adulteração.
O inverso também vale: ausência de sinal evidente de manipulação não prova autenticidade plena.
Origem rastreável, integridade preservada, cadeia de custódia e exame do arquivo seguem sendo o centro da análise.
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